Vício Inerente mergulha em uma estética urbana e cosmopolita. Marina Sena deixa de lado o violão de "De Primeira" para explorar sintetizadores, batidas de trap e reggaeton, criando um disco extremamente dançante. Com produção de Iuri Rio Branco, o álbum é uma sucessão de hits que exploram a sensualidade e o estrelato.







